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Portal E5

Criado pelo jornalista Eduardo Cedeño Martellotta em 8 de novembro de 2010. Editado em São Paulo-SP, Brasil. Notícias, Cultura e Entretenimento.

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70 anos de Ufologia - Povo já pode conhecer casos reais de OVNIs



Por Eduardo Martellotta
Portal E5 e Jornal do Brás

Nos próximos anos, o contato com seres extraterrestres será realizado de forma oficial e aberto ao conhecimento de toda população mundial. É o que afirma Edison Boaventura Júnior, ufólogo, presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá e diretor de Pesquisa de Campo da BURN, em entrevista ao Portal E5 e ao Jornal do Brás.
Nascido em Santos e criado no Guarujá, Edison explicou que vários países já estão fazendo a preparação da divulgação do fenômeno UFO. A França, segundo ele, foi o primeiro país a reconhecer a existência dos OVNIs, em 1974. Depois foram o Chile, Uruguai, Austrália, Brasil e Inglaterra, que começaram a liberar documentos. Os EUA liberaram mais de 20.000 páginas de documentação, mas muito antigas, de acordo com ele. A França liberou o Dossiê Cometa, completou Edison.

Operação Prato
Edison lembrou que a Força Aérea Brasileira teve atitude louvável ao colocar parte da documentação à disposição do público no Arquivo Nacional (COREG de Brasília). São pesquisas feitas pela Aeronáutica de 1952 até os dias atuais. “O que estranha é que eles colocaram coisas simples”, disse o ufólogo, como as filmagens feitas na famosa Operação Prato no Pará em 1977 pelo Primeiro Comando Aéreo do Pará, missão essa que durou vários meses com inúmeros registros fotográficos e também em Super 8 (vídeo). Eram luzes que atacavam as populações ribeirinhas. Através de um foco de luz, os OVNIs atingiam os peitos das mulheres e sugavam pequenas porções de sangue, e nos homens atingiam o pescoço. Ficou conhecido como fenômeno Chupa-Chupa. A Aeronáutica fez pesquisa porque as pessoas estavam apavoradas. O coronel da Aeronáutica Uyrangê Hollanda chefiou a pesquisa e chegou à conclusão que eram naves operadas por inteligências desconhecidas de extraterrestres.
Outro material liberado foram áudios da Noite Oficial dos OVNIs, ocorrida em 19 de maio de 1986, quando uma frota de mais de 20 OVNIs sobrevoou os Estados de SP, RJ e GO. Neles, há o diálogo dos controladores de tráfego aéreo do Cindacta com os pilotos dos caças da FAB que perseguiram os objetos. Estão disponíveis também no Arquivo Nacional – COREG.

Caso Varginha ficou conhecido no País
Na noite de 19 para 20 de janeiro de 1996 um OVNI foi abalroado e perdendo a altura, até que Eurico e Oralina de Freitas, casal de ruralistas, viram o objeto soltando fumaça. Algumas criaturas pularam por um buraco. Eram seres com 1,65 m de altura e o corpo escuro, olho vermelho, nariz pequeno, três dedos nas mãos e dois dedos nos pés.
Pela manhã, começaram a jogar pedra em uma das criaturas. Um caminhão do Exército levou o ser, que soltava um zumbido e viscosidade.
Em seguida, o Exército viu novas criaturas dentro de uma mata e as capturou.
À tarde, as jovens Liliane, Katia e Valquíria viram em um terreno baldio, outra criatura, agachada. A nova espécie foi capturada e levada para o hospital regional de Varginha no final da tarde.
Ao final, duas das criaturas foram entregues ao legista Badan Palhares na Unicamp em 23 de janeiro daquele ano, segundo Edison. “Palhares mentiu descaradamente. Foi um acobertamento tremendo”, lembrou o ufólogo, que esteve em Varginha na época acompanhando o caso. A NASA, por meio de um acordo, teria levado as criaturas para os EUA, segundo ele. O caso Varginha é envolto em ameaças, e o próprio Edison teve o telefone grampeado.
Edison era vice-presidente do INFA – Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais e foi à Varginha junto do saudoso e também ufólogo Claudeir Covo, então presidente da entidade.

Área 51
De acordo com Edison, a famosa Área 51 nos EUA sempre existiu, e como estava indo muita gente para lá (turistas), criaram as Áreas 52 e 53. “A 51 virou um polo turístico e transferiram tudo de lá para os outros locais”. No passado, o local não era reconhecido pelo governo norte-americano. Ele abriga vestígios do caso Roswell de 1947 e várias naves acidentadas coletadas, lembrou Edison. “Através do processo de engenharia reversa, o governo reconstruiu discos voadores terrestres para utilização em guerra, como os aviões triangulares e drones”.

Ufologia Científica
Edison recebeu recentemente uma carta do filho de um ex-militar do Exército Brasileiro contendo supostos fragmentos de um OVNI que teria explodido em Ubatuba em 1957. O caso foi publicado na época na revista “O Cruzeiro”. “Pessoas teriam visto um objeto em forma de bacia descendo até encostar ao mar da Praia das Toninhas. Quando ia subir, explodiu e alguns fragmentos caíram na água e outros chegaram à terra”. Edison fez várias análises do material na USP que comprovam que os fragmentos são do caso, contendo 99,3% magnésio. Agora será feita análise estrutural desses fragmentos. “Caminhamos para a Ufologia Científica”, ressaltou ele.

São Vicente, 1995
O ufólogo Edison coleciona também no GUG a marca da sapata do pouso de um disco voador ocorrido em agosto de 1995 na Ilha do Major em São Vicente. “Fui um dos primeiros a chegar ao local”, lembrou. Segundo ele, dois pescadores foram recolher rede à noite quando apareceu um OVNI jogando foco de luz em cima deles, parando o motor do barco. O objeto com pezinhos e muito luminoso, foi se afastando, até pousar na Ilha do Major. Os pescadores ficaram com irritação nos olhos, disfunção no organismo, diarreia e vômitos. No dia seguinte, voltaram ao local com Edison e notaram uma marca circular de 5,5 metros de diâmetro e o mato calcinado. Em 2015, o pesquisador voltou ao local e percebeu que não cresceu mato lá desde o evento ufológico.

Preparação da divulgação
Finalizando a entrevista, Edison Boaventura Jr disse que os ufólogos fazem o papel de preparação da população. E que há sinais de que não irá demorar muito para ocorrer a revelação da existência de vida em outros planetas. “Os militares de vários países estão liberando os documentos para não chocar tanto”.
Para ele, os religiosos irão se chocar mais. “Muitas religiões explicam que estamos sozinhos no Universo. Com a revelação, isso vai entrar em choque com as concepções religiosas”. A Igreja Católica, completou Edison, é a mais avançada e tem até um órgão específico que pesquisa OVNIs. “Teremos que conviver num futuro próximo com esses seres de outros orbes. Faz parte de uma Interação Cósmica, inevitável”.

Mais casos no Portal BURN – www.portalburn.com.br
Contato com Edisonboaventura_gug@hotmail.com

Edison Boaventura Jr tem vários documentos da FAB sobre aparições de OVNIs. Em destaque, um sobre a famosa Operação Prato

Durante a Operação Prato em 1977, a FAB apurou que ETs sugavam por meio de luz pequenas porções de sangue da população ribeirinha

São Bernardo do Campo - 2/9/2016 - OVNI fotografado por Edison durante o almoço, considerado autêntico por grupos brasileiros, norte-americanos e portugueses. Além dele, outras 23 testemunhas viram o mesmo objeto, em dias anteriores. O objeto, polido, estava indo na direção de Santo André, fez um L e subiu numa velocidade tremenda. “A Aeronáutica veio atrás de mim por causa da foto e considerou ela impressionante”, lembrou o ufólogo

Fotos e relatórios da Central de Investigação de Objetos Aéreos Não-Identificados (CIOANI)




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Academia prepara futuros campeões do Boxe



Por Eduardo Martellotta
Portal E5 e Jornal do Brás

Reintegração à sociedade e formação de campeões. Assim podem ser descritos os principais objetivos da Academia Jovem de Ouro, situada na rua Rio Bonito, 616, onde há dois anos o atual bicampeão mundial de boxe WPC pena e super galos, Giovanni Andrade, ensina boxe a diversos jovens. O esporte e outros – Jiujitsu, Capoeira, Ninjutsu, Muay thay, Taekwondo, Ginástica para Terceira Idade, Futebol, Voleibol, Futsal e Atletismo são ministrados gratuitamente no Instituto Bem Maior, entidade beneficente existente há 4 anos.
Giovanni Andrade tem em seu cartel 85 lutas, 72 vitórias, sendo 60 por nocaute, e apenas 13 derrotas. Ele é o maior nocauteador do boxe brasileiro e o segundo com o maior número de vitórias, atrás apenas de Adilson “Maguila” Rodrigues.
Giovanni começou a lutar aos 16 anos de idade. Em sua última luta dia 14 de janeiro deste ano, nocauteou o argentino Walter Rojas no 2º round em Buenos Aires. Aos 47 anos, tem vasta experiência internacional tendo morado em Las Vegas por um bom tempo, onde disputou o título mundial e o defendeu por mais de 26 vezes. Lutou em quase todos os continentes,  por várias organizações - WBA,WBO ,WBU, IBC, IBO e WPC.
Conheça os frequentadores do instituto e os jovens que aspiram um dia conquistar o título mundial de Boxe.




Melhor Idade com Saúde
Frequentadora da Ginástica para Terceira Idade, dona Branca (foto), mora na av. Celso Garcia e está na ginástica há 4 anos. Ela é uma exímia corredora e já participou de diversas corridas, como a Maratona de São Paulo. As aulas de Ginástica para Terceira Idade ocorrem às segundas, quintas e sextas-feiras a partir das 15h, com o próprio Giovanni Andrade e tem orientações de fisioterapeutas e nutricionistas.


Árabe é veterano no Boxe
Mohamad Said chegou ao Brasil em 1999. Nasceu na Síria e foi criado na Jordânia. Antes de vir para o País, era lutador de Boxe amador na Síria, Iraque, Nigéria, Rússia e Romênia.
Ele começou sua carreira profissional no Brasil. O sírio Mohamad acumula em sua carreira de boxeador, os títulos de Campeão Paulista médio e super médio, Campeão Brasileiro médio e Ibero-Americano médio. Em 2004, Giovanni o levou para os EUA (onde conquistou título FIB Latino) e Canadá, quando disputou título mundial. Em 2015, lutou pela Organização Mundial de Boxe Latino na Argentina. Após dois anos fora dos ringues, voltou há dois meses em uma luta no Guarujá, vencida por ele na contagem dos pontos.  

Boliviano encontra no boxe a salvação
Deyvis Rodriguez Flores está há dois anos na Academia Jovem de Ouro. Sempre foi fanático por Boxe. Vindo de Cochabamba, Bolívia, disse que encontrou no esporte uma porta aberta, uma salvação na sua vida.
Ele, que tem 20 anos, disputou vários títulos pela academia. Entre os melhores, conquistou no Rio de Janeiro, já como profissional. E sonha alto: sua meta é disputar o título mundial. Atualmente Deyvis mora em Guarulhos.


Campeã sul-americana era usuária de drogas
Elica Jamile, 24 anos (à esquerda na foto, durante combate) lembrou que era usuária de cocaína, maconha e lança-perfume e é um exemplo de superação no esporte. “Já passei seis dias fora de casa, só usando drogas. Eu ia às baladas para preencher o vazio que havia dentro de mim, mas vi que aquilo estava me aprofundando cada vez mais e foi aí que conheci o Boxe”, disse Elica, completando que as aulas da academia, no início, eram realizadas na rua Dr Carlos Botelho.
Foi uma amiga que a encaminhou para o Boxe, recordou-se ela, que achava que não tinha jeito para o esporte. A partir daí, começou a treinar firme e sua carreira decolou. Elica Jamile é profissional há 3 anos, onde tem o impressionante retrospecto de 11 lutas com 10 vitórias e um título sul-americano em maio de 2015. “Meu objetivo é conquistar o título mundial e vou treinar forte para chegar lá”.


Bicampeão Mundial de Boxe, Giovanni Andrade (esq. na foto) ensina o esporte aos jovens na Academia Jovem de Ouro, rua Rio Bonito, 616, graças ao apoio da lenda viva do Boxe, jornalista Newton Campos, presidente da Federação Paulista de Boxe


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70 anos de Ufologia - Ufólogo relata casos ocorridos antes de 1947


Por Eduardo Martellotta
Portal E5 e Jornal do Brás

Em 24 de junho, a Ufologia ou paraciência que estuda o fenômeno dos objetos voadores não-identificados (OVNIs), completou 70 anos de pesquisas.
Naquela data, em 1947, o assunto foi popularizado, pois o piloto civil norte-americano Kenneth Arnold relatou à Imprensa ter avistado sobre o Monte Rainer em Washington um esquadrão de nove OVNIs. Na época, devido ao formato dos objetos, Arnold usou a expressão “Flying Saucer” (pires voador), que mais tarde foi adaptada para o português como “disco voador”.
Nos dias atuais, muitos Ufólogos admitem como hipótese que aqueles OVNIs seriam uma formação de aeronaves super secretas dos Estados Unidos. Já existia tecnologia militar, de formato não convencional, criada pelo governo norte-americano, para utilização em guerra.
O certo é que, desde então, o mundo passou a conhecer uma quantidade cada vez maior de relatos e registros estranhos de aparições de OVNIs, seres extraterrestres, contatos, abduções e até viagens em discos voadores.
Em entrevista ao Portal E5 e ao Jornal do Brás, o presidente do Grupo Ufológico de Guarujá – GUG, ufólogo Edison Boaventura Júnior, disse que, em seu mais recente livro, “Alienígenas no Passado do Brasil – Casos Insólitos antes de 1947”, são relatados 14 casos brasileiros (veja abaixo) ocorridos antes do famoso caso de observação dos OVNIs ocorrido com Kenneth Arnold, descrito por Edison como “o início da Era Moderna da Ufologia”.

Avistamento traz Edison à Ufologia
Com 36 anos de experiência como ufólogo, Edison fundou o Grupo Ufológico de Guarujá em 4 de agosto de 1985 e pesquisa o tema Ufologia desde 1981, quando ele próprio teve uma experiência com OVNIs no Guarujá em 1981. Sua mãe foi recolher roupas no varal ao entardecer. De repente, ela começou a gritar no quintal de casa. “Eu, meu irmão e minha mãe vimos um objeto imenso alaranjado. E este objeto (nave-mãe) começou a expelir por baixo, 16 objetos menores vermelhos. Até que este objeto maior foi se distanciando e subiu para o espaço. Foi um contato de Primeiro Grau. Toda vizinhança apontava para o objeto”, lembrou ele.
Edison não sabia o que era. Só foi encontrar as respostas dentro da Ufologia. O GUG pesquisou posteriormente mais de 400 casos ocorridos não só no litoral paulista, mas também em Minas Gerais, Macapá, Rio de Janeiro, Pará, Egito, Turquia, Israel, Peru, México, Paraguai, Camboja, Tailândia, Japão, Inglaterra e França.

Deuses astronautas?
Segundo Edison, existe também a Ufo Arqueologia, parte da Ufologia que estuda os registros rupestres na cultura e literatura religiosa. Há diversos deles em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Amapá, Santa Catarina, Bahia (Chapada Diamantina) e Goiás (Formosa – Pedra do Bisnau). Os indígenas desenvolviam cerâmicas em forma de nave e de deuses com criaturas portando capacetes e instrumentos tecnológicos inconcebíveis para a época. Também há registros no Egito, Peru, América Pré-Colombiana e Índia, que só comprovam que esses seres já nos visitavam desde a Antiguidade.
Segundo ele, uma parte de cientistas e arqueólogos não quer difundir a Ufologia. “Se eles encontram alguma evidência, teriam que reescrever a história, mas preferem deixar nos porões dos museus”.

Os contatos
Edison explicou na entrevista os tipos de contatos existentes: o de Primeiro Grau, que envolve avistamento de naves a longa distância, de Segundo Grau quando há marcas físicas no solo (como a Marca de São Vicente em 1995), perturbação em testemunhas e também pousos, de Terceiro Grau que envolve observação de seres, sem qualquer contato; Quarto Grau quando ocorre o contato e a abdução (a pessoa é levada para dentro da nave e passa por exames clínicos) e o de Quinto Grau quando há contato telepático com os seres, combinado com o Terceiro e Quarto Graus.

Tipos de seres
Há uma quantidade variada de criaturas, disse o ufólogo, classificando três tipos basicamente: os do tipo alfa (80% dos casos) que são os seres baixinhos e cinzentos de olho preto (greys), do tipo beta (15% dos casos), parecidos com os seres humanos e que variam em estatura, suas feições são belas (loiros ou de cabelo preto) e os répteis (5% dos casos) que são os robôs com corpo coberto de pelo e cíclopes (ET de Varginha).  

Casuística antes de 1947
·       1925 – Juiz de Fora – moça de baixa estatura, vestida de azul, que poderia ser classificada de santa, usava um capacete luminoso na sua cabeça;
·        Pouso com avistamento de seres com cara de gato e orelha pontiaguda no Guarujá em 1946;
·        Caso “Bep-Kororoti” relatado pela tribo Kayapó ao pesquisador João Américo Peret em 1962, mas ocorrido muito tempo antes. “Bep-Kororoti” era um deus que veio das estrelas e passou a habitar junto com esta tribo. Portando um capacete, uma roupa especial chamada “Bô” e uma vara “Kob”, que desintegrava pedras e árvores, ensinou uma série de técnicas de cultivo e criou uma oca (casa) onde seria uma escola;
·        Tribo que teria devorado seis alienígenas no Mato Grosso em 1936 – caso foi divulgado em revistas especializadas de Ufologia e pelo antropólogo Fritz Greder;
·        Caso de 13 de junho de 1559 relatado pelo jesuíta Antônio de Sá em carta onde teria acontecido uma suposta abdução.

A entrevista com o ufólogo Edison Boaventura Jr do GUG continua no próximo post.

Edison mostra um artefato de decoração feito pelo amigo Philipe Kling David



Outro caso interessante foi de Campinas, 1931. José Florêncio teria sido abduzido por alienígenas




OVNI visto na França em 23 de março de 1974





O ufólogo Edison Boaventura Jr investigou os Casos Varginha (1996) e São Vicente (1995 - foto), cujo OVNI deixou a marca do pouso


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