segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

São Paulo 468 anos: 78% dos paulistanos declaram que amam a cidade e não pretendem se mudar

São Paulo 468 anos: 78% dos paulistanos declaram que amam a cidade e não pretendem se mudar

 Entre as referências que ilustram a “terra da garoa”, 87% concordam que São Paulo é a melhor cidade para trabalhar

Para 77,6%, a metrópole reúne um pouco de tudo do mundo inteiro

19,3% indicam a Avenida Paulista como o endereço que mais retrata a metrópole

O pastel ficou na preferência de 15% dos paulistanos na capital da pizza, indicada por 14,6%



Avenida Paulista. Créditos: Nathana Rebouças | Unsplash


São Paulo, janeiro de 2022 - Considerada a maior cidade do Brasil e a mais populosa da América do Sul, São Paulo está entre as dez maiores do mundo e comemora 468 anos em 25 de janeiro. Se o trecho “Alguma coisa acontece no meu coração que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João”, da música Sampa, interpretada por Caetano Veloso, já fala muito sobre a cidade, a Hibou - empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo - preparou a pesquisa inédita “São Paulo 468 anos” para entender ainda mais as impressões dos paulistanos sobre a cidade.


Ao todo, 2900 pessoas foram entrevistadas em São Paulo, de forma digital e em campo, e entre os respondentes, 13% são paulistanos por opção, e há desde aqueles que acabaram de chegar à cidade até moradores que vivem aqui há mais de meio século.


“Durante a pesquisa, foi muito interessante perceber o quanto as pessoas abraçam São Paulo e se sentem acolhidas pela cidade. Com um tempo médio de 17 anos vivendo em SP, os paulistanos mesclam de forma inegável suas histórias com a da capital e têm conhecimento sobre o local que moram”, observa Lígia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.

 

A cidade é multifacetada e agrega múltiplas nacionalidades. Para 77,6% dos paulistanos, a metrópole reúne um pouco de tudo do mundo inteiro. Além disso, tem uma atmosfera única e não é à toa que é conhecida como a cidade que não pára e não dorme. 78% compartilham o amor por São Paulo e não pretendem se mudar tão cedo; 71% acreditam que seja um bom lugar para viver e se criar uma família; e 46,6% analisam que São Paulo está melhorando a cada ano. Mas a capital não agrada a todos, e 24,2% assumem que não gostam da cidade e desejam ir embora o quanto antes.


Por ser um importante pólo econômico, a capital oferece inúmeras oportunidades profissionais, 87% dos paulistanos concordam que é a melhor cidade para trabalhar; 87% também acredita que em São Paulo a vida acontece, principalmente, a profissional.


Meu, eu amo a gastronomia paulistana

A metrópole acolhe cidadãos do mundo e isso se reflete na pluralidade da gastronomia paulistana, onde é possível encontrar pratos típicos de diferentes origens. Mas há algumas comidas que mais representam a identidade de São Paulo. Para 15% dos paulistanos, o Pastel de Feira está no topo, enquanto o famoso Sanduíche de Mortadela ficou na última posição. O “big sanduba” foi indicado por apenas 1,3%, ficando atrás, inclusive, do Virado à Paulista, indicado por 1,4%. Também foram indicados: Pizza (14,6%); Prato Feito - PF (11,3%); Cachorro Quente (11%), Massa (7,4%); Churrasco (7,2%); Hamburguer (6%); Churrasco grego (5,1%); Feijoada (4,8%); Cuscuz paulista (4,5%); Pão na chapa (3,2%); Sushi (1,8%) e Yakissoba (1,6%).

 

As bebidas que mais representam a capital paulista surpreenderam. Se o Pastel de Feira se destacou entre as comidas, a sua dupla, o Caldo de Cana, ficou em quarto lugar, citado por 11,4%. O grande destaque foi o Café, indicado por 14,7% dos paulistanos. Ainda foram citados: Refrigerante (13,5%); Café com leite / pingado (13,4%); Cerveja (11,3%); Chopp (6%); Tubaína (5,5%); Caipirinha (4,3%); Vinho( 4,1%); Água (3,2%); Gin tônica (2%); Cachaça (1,9%); Chá (1,8%); Whisky (1,3%); Suco de laranja (1,3%); Vodca (1,1%) e Aperol Spritz (0,7%).

 

“Na capital da pizza, o pastel de feira se destacou e embora o caldo de cana acompanhe os famosos pastéis, a indicação do café foi muito interessante, pois isso nos remete ao início da construção e crescimento da cidade. A economia cafeeira foi responsável por um desenvolvimento primordial que transformou a São Paulo nesta grande metrópole global”, lembra Lígia Mello.


Avenida Paulista e locais prediletos dos Paulistanos

Entre os monumentos e pontos turísticos, parques, museus, imóveis históricos e tombados, há alguns que representam mais a cidade. A Avenida Paulista foi citada por 19,3% dos paulistanos; o MASP ganhou a atenção de 13,9%; Parque do Ibirapuera, 10,9%; Mercado Municipal, 6,6%; Ponte Estaiada, 3,6%; Catedral da Sé 3,2%; e Museu do Ipiranga, 2,8%.


Entre os endereços que mais traduzem a cidade de São Paulo, o que dominou foi a Avenida Paulista sendo indicada por 45,8%, quase metade dos paulistanos. Três ruas que dispõe de comércio a céu aberto foram indicadas: a Rua 25 de Março (16,6%), a Rua Oscar Freire (4,9%) e a Rua Galvão Bueno (2,6%). Endereços que oferecem entretenimento, encontros e gastronomia como Rua Augusta (8,4%); Beco do Batman (2,8%); Rua Avanhandava (1,6%) foram lembrados. Avenidas de passagem e que têm alta carga de trânsito tiveram seu lugar: Marginais (4,4%); Vale do Anhangabaú (4,3%); Avenida Ipiranga (3,1%); Radial Leste (2,6%); Avenida 9 de Julho (1,4%); Avenida Cruzeiro do Sul (1,3%).


“Moro em Jaçanã…”

Há músicas bem significativas para os paulistanos, a mais indicada foi Sampa (Caetano Veloso), por 10,5%; Trem das Onze (Adoniran Barbosa), um outro clássico, está nas preferências de 10,3%; São, São Paulo (Tom Zé), foi indicada por 5,8%; Augusta, Angélica e Consolação (Tom Zé), por 4,1%; Bipolar (MC Don Juan, MC Davi e MC Pedrinho), 3,4%; Não existe amor em SP (Criolo); 1,9%; Sampa Midnight (Itamar Assumpção), 1,7%; Terra da Garoa (Gabi Bueno), 1,5%; Saudosa Maloca (Demônios da Garoa), 1,5%; Envelheço na cidade (Ira), 1,5%; Hino do Corinthians, 1,3%; Chove Chuva (Jorge Ben Jor), 1,3%; Bum Bum Tam Tam (MC Fioti), 1,3%; Até que enfim (Ferrugem) e 1,3%; Atrasadinha (Felipe Araújo), por 1,1%.

Existem também personalidades icônicas. As cinco que mais representam São Paulo, segundo os paulistanos, são: Silvio Santos (7,7%); Tom Zé (4,7%); Ayrton Senna (3,9%); Adoniran Barbosa (3,7%) e Supla (3,6%).


Ibira, o parque com a cara de SP

Os mais de 80 parques da capital paulista ocupam 20% do território do município e trazem a natureza para o ambiente urbano. Entre tantas opções, quase metade dos paulistanos identificaram o Parque do Ibirapuera como sendo aquele que é a cara de São Paulo, ele liderou com 44,3% das indicações. Na sequência, estão o Parque da Água Branca (8,2%); Parque Villa Lobos (5,7%); Jardim Botânico de São Paulo (5,3%) e o Parque Burle Marx (5,1%).


Rolê no Shopping
Há quem diga que a praia do paulistano é o shopping. Na metrópole, há mais de 50 deles, e os que são considerados os melhores. De acordo com os paulistanos, os cinco melhores shoppings são: Shopping Ibirapuera (9,6%); Bourbon Shopping São Paulo (7,4%); Shopping Iguatemi (5,4%); Shopping Metrô Santa Cruz (4,8%) e o Shopping Aricanduva (4,1%). Cada um deles está em uma região da cidade, demonstrando a pluralidade de quem vive na capital.


10 Bairros de SP

“Na pesquisa, também fomos a campo e falamos com paulistanos de dez bairros, selecionados de acordo com o Mapa da Desigualdade 2021, da Rede Nossa São Paulo. Cada um apresenta características específicas e há aqueles que os moradores menos gostam. Percebemos que a segurança é o principal fator que não gostam em seus bairros, seguido pela precariedade de saúde”, analisa Ligia.


Apontada por 44,2% dos paulistanos, a segurança foi indicada como o que menos gostam nos bairros em que vivem. Com a pandemia em andamento, o tema saúde surgiu na sequência e foi citada por 19,3%. Outras cinco características indicadas foram: localização (12,5%); centros comerciais, shoppings e lojas (10,4%); transporte público (9,8%); lazer (9%); mobilidade (5,2%).


E entre os bairros, quais são os lugares que mais representam os paulistanos? Foram selecionados dez bairros, e os moradores revelaram suas preferências.


De acordo com o Mapa da Desigualdade 2021, da Rede Nossa São Paulo, 10 bairros foram selecionados e os moradores indicaram os lugares que mais representam os bairros onde moram

Metodologia

A pesquisa inédita “São Paulo 468 anos” realizada pela Hibou entrevistou 2900 pessoas, de forma digital e em campo, entre os dias 5 e 15 de Janeiro de 2022. A faixa etária dos entrevistados é formada por 28% com idade de 36 a 45 anos; 23% de 26 a 35 anos; 19% de 46 a 55 anos; 16% de 56 anos ou mais; 14% até 25 anos.
 

Sobre a Hibou
Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; de profundidade; de campo; dublê de cliente; desk research; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.


Fonte: FR&SH



segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Como descobrir se tenho “Síndrome do Impostor”?

Como descobrir se tenho “Síndrome do Impostor”?

 Por Fernanda Martinelli 










Apesar de não ser considerado pela Organização Mundial da Saúde - OMS um transtorno psicológico, certos acometimentos, embora considerados “comuns”, como ansiedade, insegurança e dúvidas, quando em demasia, podem caracterizar um quadro, chamado por especialistas de “Síndrome do Impostor”. 
 

Também conhecida como fenômeno do impostor, essa síndrome é caraterizada por uma incapacidade de aceitar o próprio sucesso, em uma falsa ideia de “ser uma fraude”, para si e para os outros. “O indivíduo possui dificuldades em reconhecer suas evoluções e conquistas, mesmo em um contexto que as deixe evidentes”, esclarece a psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo. Segundo a especialista, embora não seja oficialmente reconhecida como um quadro clínico, deve ser avaliada e reconhecida como desordem psicológica por um profissional qualificado.
 

As pessoas que sofrem com a “Síndrome do Impostor” possuem medo de exposição, intolerância às próprias falhas, dificuldades em lidar com elogios e estão mais propensas a desenvolver quadros de ansiedade e estresse, além de terem a autoestima e a autoconfiança extremamente abaladas. De acordo com Aline Melo, “ambientes de trabalho e acadêmicos podem gerar grande impacto na vida desses indivíduos, pois há forte tendência na autossabotagem, por meio de percepções distorcidas e dificuldade em aceitar novos desafios, por receio de ser descoberto como uma fraude”. Ainda segundo a psicóloga, “as habilidades sociais também são afetadas, gerando baixo convívio social e maior isolamento”. 

Essa desordem pode estar relacionada a experiências desde a infância, como excesso de cobranças absorvidas como crenças e reforçam a dificuldade de fortalecer a autoconfiança, uma vez que o paciente se sabota constantemente. Segundo a psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, “o tratamento se faz por meio da psicoterapia, no intuito de colaborar com o paciente no processo de internalizar suas qualidades e competências”. 

 

O autoconhecimento por meio da autoconscientização desses comportamentos e percepções é uma ferramenta de extremo impacto. “Outro ponto que pode colaborar para uma melhor avaliação e interrupção desse ciclo é a confrontação de pensamentos autossabotadores, de maneira saudável e produtiva, baseado nas evidências positivas percebidas no cotidiano e em seus resultados”, complementa Aline. 
 

Validar e buscar a aceitação de feedbacks sobre suas conquistas também pode ser uma forma de trabalhar diariamente essas percepções, de modo mais racional e técnico. O acompanhamento psicológico ajudará a descobrir quais são seus pontos fortes e talentos, de modo a fortalecê-los, assim como respeitar suas falhas e limitações, reformular o pensamento e compreender que ninguém é perfeito. Sendo assim, caso haja identificação com um ou mais pontos descritos acima, a busca por um profissional da saúde como mentor é essencial para direcionamento do paciente, para auxiliar na identificação de gatilhos e reduzir sofrimentos desnecessários.

Sobre o Grupo São Cristóvão Saúde

Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o Grupo São Cristóvão Saúde tem como Presidente/ CEO, Engº Valdir Pereira Ventura, responsável pelas 10 Unidades de Negócio que englobam: Hospital e Maternidade, Plano de Saúde, Centros Ambulatoriais, Centro Cardiológico, Centro Laboratorial (CLAV), Centro Endogástrico (CEGAV), Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS), Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP Dona Cica), Filantropia e Hotel Recanto São Cristóvão, localizado em Campos do Jordão. Referência em saúde, na Zona Leste de São Paulo, a Instituição completa 110 anos em dezembro de 2021. Através da gestão administrativa de ValdirVentura, tem sido promovida uma grande modernização e expansão em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o complexo hospitalar conta com 285 leitos, além de oito Centros Ambulatoriais, que realizam milhares de consultas, proporcionando qualidade assistencial às mais de 160 mil vidas do Plano de Saúde.

O atual Presidente/ CEO do Grupo São Cristóvão Saúde, Engº Valdir Pereira Ventura, é também Vice-Presidente da ACSP - Associação Comercial de São Paulo, 1º Diretor Financeiro da FEHOSP- Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo e Presidente da Santa Casa de Misericórdia de Francisco Morato.

Fonte: PR Consulting Americas

Afinal, por que a tecnologia 5G é tão importante?

Afinal, por que a tecnologia 5G é tão importante?

 

Professor Robson Calvetti, Especialista em Engenharia de Software,
Mestre em Engenharia Eletrônica e Computação

Antes do início da aula, para uma turma de Engenharia, muitos alunos me questionaram sobre o leilão da Tecnologia 5G no Brasil, realizado, às vésperas, pelo Governo Federal. Qual seria a importância dessa tecnologia nas vidas dos brasileiros? Aproveitando a oportunidade para comentar alguns conteúdos do curso, através de um bate-papo descontraído e informal, topei o desafio.

Começamos com a Internet e sua óbvia e indiscutível importância atualmente, muitos a considerando como a maior invenção de todos os tempos. Comentamos sobre a criação, na década de 1980, do chamado Protocolo de Internet, ou Internet Protocol - IP, e sua versão mais atual, a IPv6, que veio substituir a IPV4 em 2012, ampliando o número de combinações de endereços para a casa dos 340 undecilhões (340 x1036) de dispositivos que podem ser conectados simultaneamente na Internet.

Falando de conexões, começamos com a Internet Fixa, que saiu da lenta e ultrapassada Internet discada, compartilhando as linhas telefônicas e alcançando taxas de transferência de dados de 56Kbps, passou pela Banda Larga com cabeamento metálico próprio e chegou até a Banda Larga com fibras ópticas, que alcançam facilmente os 600Mbps atualmente, 10000 vezes mais rápida que a "dinossáurica" discada.

Partimos, então, para a Internet Móvel, com a transmissão via ondas de rádio, evoluindo juntamente com o telefone celular. Começou, discretamente, na 2ª geração da telefonia móvel, ou 2G, já que na 1ª geração, analógica, só havia a conversação por voz. Com pífio desempenho, alcançava taxas de transferência de dados de até 64Kbps. Foi na 3G, com taxas de até 2Mbps, que a Internet Móvel se viabilizou como a conhecemos, ainda que modestamente. Daí, com a 4G, com taxas até 100Mbps em movimento e 1Gbps em baixa mobilidade, pudemos desfrutar o que de melhor a Internet Móvel poderia nos oferecer.

Será?!

- Mas, Professor, e o 5G? - questiona um aluno.

- Calma - respondi -, ainda temos mais protagonistas nessa história.

A Internet das Coisas, ou Internet of Things - IoT, responsável por conectar à rede inúmeros dispositivos, ditos "inteligentes", de uso cotidiano. De lâmpadas a veículos, cada um utilizando um endereço de IP. E este foi um dos principais motivos para o lançamento da versão IPv6, lembra dela?

E, num salto, veio a Internet de Todas as Coisas, ou Internet of Everything - IoE, onde, além dos dispositivos de IoT, se conectam pessoas, processos e dados, a Computação em Nuvem, ou Cloud Computing - CC, com algoritmos de Inteligência Artificial, ou Artificial Intelligence - AI, e de Aprendizado de Máquina, ou Machine Learning - ML, permitindo, por exemplo, a existência das Cidades Inteligentes, ou Smart Cities .

Por fim, outro conceito importante: a latência, ou ping, definindo o tempo que uma requisição leva para ser concluída pela rede, ou seja, para um pacote de dados ir de um ponto ao outro. Segundo o relatório de desempenho da Internet brasileira no 2º semestre de 2021, gerado pelo SpeedTest, portal especializado em testes de velocidade e desempenho das conexões na rede, as latências médias mais baixas nesse período foram 13ms para a Fixa e 35ms para a Móvel.

• Agora, sim, podemos ir para o 5G! - informei.

Segundo os editais do leilão, o 5G iniciará suas operações nas Terras Tupiniquins em meados de 2022, começando pelas capitais brasileiras. Sua tecnologia móvel será a NR - New Radio, permitindo conexões com latências entre 5ms e 20ms, podendo no futuro chegar à 1ms. As taxas de transferência de dados deverão ficar entre 10Gbps e 15Gbps, 10 vezes mais rápidas que a máxima do 4G atual. Por si só, esses números já demonstram o poder do 5G. Porém, o mais interessante está por vir. Parafraseando Steve Jobs, com o seu "One more thing…", digo:

- Mais uma coisa… se juntarmos tudo isso, o que poderemos ter?

Respondo que o 5G causará impactos gigantescos em todas as áreas: saúde, transporte, educação, entretenimento, manufatura, energia, agricultura, varejo, finanças, esportes eletrônicos e por aí vai.


Algumas delas para exemplificar:

Na Saúde: equipamentos móveis, monitorando pacientes e enviando seus dados aos médicos o tempo todo; sistemas inteligentes de exames laboratoriais e imagens, gerando enormes quantidades de dados remotamente e processando diagnósticos através da Computação em Nuvem e Inteligência Artificial; cirurgias robóticas, controladas à distância, processando dados de sensores e atuadores, exigindo desempenho, precisão e reações em tempo real.

 

 


Saúde: HoloLens2, da Microsoft (Foto: Divulgação/Microsoft)

 

No Transporte: veículos privados e públicos, conectados em tempo real com as Cidades Inteligentes e suas múltiplas infraestruturas; ruas, avenidas e estradas inteligentes, melhorando a segurança, fluidez e eficiência dos transportes e usuários; veículos autônomos mais rápidos, confiáveis e seguros, trocando grandes quantidades de informações e executando suas missões, em tempo real, em seus ecossistemas.

 





Veículos Autônomos em Cidades Inteligentes, da Siemens (Foto: Divulgação/Siemens)

 

Na Educação: dispositivos móveis, utilizando as Realidades Virtual, Aumentada, Mista e Estendida, ou Virtual, Augmented, Mixed and Extended Realities - VR, AR, MR and XR, transformando o modo como as pessoas aprendem; professores desenvolvendo novas técnicas educacionais baseadas em tecnologia; estudantes realizando viagens virtuais a museus, pontos históricos, laboratórios, sistemas solares etc.

 





Educação: HoloLens2, da Microsoft (Foto: Divulgação/Microsoft)

 

Na Agropecuária: excelência nos processos agrícolas, com monitoramento individual e remoto; sistemas de irrigação, fertilização, controle de pragas, segurança e saúde das criações, monitoramento de culturas, controle da cadeia de abastecimento, geração e armazenamento dos produtos etc. manipulando grandes quantidades de dados, com rapidez e eficiência; integrando zonas rurais amplas e distantes.

 

 


Agricultura Digital, do Canal Agro/Shutterstock (Foto: Divulgação/Shutterstock)

 

E isso é só para começar. Com isto, restava encerrar aquele "bate-papo", devolvendo aos alunos a pergunta:

- Afinal, por que a tecnologia 5G é tão importante?

Escrito por: Robson Calvetti - Engenheiro Eletrônico, Especialista em Engenharia de Software, Mestre em Engenharia Eletrônica e Computação e Professor dos cursos de Engenharia e Tecnologia da Informação da Universidade São Judas Tadeu.


Fonte: Máquina CW



 

 

 

 

Janeiro Roxo: Hanseníase tem cura e tratamento completo pelo SUS

Janeiro Roxo: Hanseníase tem cura e tratamento completo pelo SUS


 









Dermatologista do CEJAM alerta para os principais sintomas da doença


Sensibilizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da hanseníase é o foco da campanha Janeiro Roxo, que promove, durante todo o mês, uma série de ações voltadas à doença, lembrada anualmente, no último domingo de janeiro, pelo Dia Mundial Contra a Hanseníase. O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” participa da campanha para auxiliar na conscientização dos usuários das unidades de saúde gerenciadas pela Instituição.

A dermatologista Patrícia Vieira Maluly, que atende na AMA 24h Capão Redondo e nos hospitais Dia M' Boi Mirim I e II, ambos sob gestão do CEJAM, tira as principais dúvidas sobre a doença e como ela age no organismo.

A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa e contagiosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Ela tem transmissão interpessoal, ou seja, de pessoa para pessoa, principalmente por meio do convívio com doentes de formas multibacilares (MB), sem tratamento e de evolução crônica.

 

A doença pode levar à formação de uma grande variedade de lesões cutâneas, entre elas manchas, pápulas, placas, nódulos e até infiltração difusa -- quando a doença disseminada é de maior gravidade, muito característica na hanseníase virchowiana --, dependendo da resposta imunológica do indivíduo.

 

“Essa infecção ainda se configura como um grave problema de saúde pública em muitos países, inclusive no Brasil. Mesmo com todos os avanços obtidos pela ciência e tecnologia, não houve interrupção da transmissão em escala mundial”, destaca.

 

Sintomas

 

A infecção por hanseníase acomete pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, a especialista explica que é necessário um longo período de exposição à bactéria. De acordo com a Dra. Patrícia, os primeiros sintomas são lesões na epiderme e derme.

 

“A maioria dos casos de hanseníase é definida pela análise clínica dermatoneurológica. Para esclarecimento diagnóstico, podemos associar exames complementares como anatomopatológico e baciloscopia, entre outros.”

 

Confira a lista de sinais e sintomas a serem considerados:

 

Manchas (brancas, avermelhadas, acastanhadas ou amarronzadas);

Áreas com alteração da sensibilidade térmica (ao calor e frio) e dores;

Comprometimento de nervos;

Diminuição dos pelos e do suor;

Sensação de formigamento e/ou fisgadas, principalmente nas mãos e pés;

Diminuição ou ausência da sensibilidade e/ou da força muscular na face, e/ou nas mãos e/ou nos pés;

Nódulos no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

 

Tratamento


Graças aos avanços da ciência, a hanseníase tem cura e o tratamento completo da doença é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

“São utilizados esquemas terapêuticos padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de acordo com a classificação operacional. Os medicamentos de primeira linha no tratamento padrão da hanseníase são rifampicina, dapsona e clofazimina”, explica a Dra. Patrícia.

 

Além do tratamento, o Ministério da Saúde também disponibiliza a Caderneta de Saúde da Pessoa Acometida pela Hanseníase, um instrumento para que o paciente acompanhe, registre seu tratamento e tenha em mãos orientações sobre a doença.

 

Segundo a especialista, a caderneta é uma importante ferramenta para a gestão, dando suporte às equipes de saúde e ao paciente. Ela deve ser entregue no momento do diagnóstico.

 
Sobre o CEJAM

 

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com prefeituras locais, nas regiões onde atua, ou com o Governo do Estado, no gerenciamento de serviços e programas de saúde nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Itu, Osasco, Cajamar, Campinas, Carapicuíba, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, Francisco Morato, Ferraz de Vasconcelos, Peruíbe e Itapevi.


Com a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde, o CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS). O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.

 

Fonte: Máquina CW

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