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Colorado do Brás disputa Grupo Especial após 25 anos

A Escola de Samba Colorado do Brás está no Grupo Especial em 2019 com o samba-enredo "Hakuna Matata - Isso é Viver". Saiba mais.

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Jornal faz 29 anos em Jantar Oscar Dourado

O Jornal do Brás comemorou 29 anos de ação dia 20 de outubro, programando desde já o 23º Jantar Anual Jornal do Brás dia 11 de dezembro no fulgurante Salão Boate Pyramidys do Clube Atlético Juventus.

domingo, 23 de outubro de 2005

A História das Copas - 1950




1950
Brasil - 24/6 a 16/7
Países Participantes: 13
Países nas Eliminatórias: 33
Campeão: Uruguai
Vice: Brasil
3º lugar: Suécia
4º lugar: Espanha
Artilheiro: Ademir (Brasil), 9 gols
Campanha do Brasil: Brasil 4 x0 México, Brasil 2 x 2 Suíça, Brasil 2 x 0 Iugoslávia, Brasil 7 x1 Suécia, Brasil 6 x 1 Espanha, Brasil 1 x 2 Uruguai
Final: Brasil 1 x 2 Uruguai

Imagens: Revista Placar
Logo da Copa de 1950, jogo final do Mundial, com gol de Ghiggia e choradeira no Maracanã.

sábado, 22 de outubro de 2005

A História das Copas - 1938



1938
França - 4/6 a 19/6
Países Participantes: 16
Países nas Eliminatórias: 36
Campeão: Itália
Vice: Hungria
3º lugar: Brasil
4º lugar: Suécia
Artilheiro: Leônidas (Brasil), 7 gols
Campanha do Brasil: Brasil 6 x 5 Polônia, Brasil 1 x 1 Tchecoslováquia, Brasil 2 x 1 Tchecoslováquia, Brasil 1 x 2 Itália, Brasil 4 x 2 Suécia
Final: Itália 4 x 2 Hungria

Imagens: Revista Placar - time da Itália - campeã da Copa de 1938, logo da Copa de 1938.

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Encima de las Flotillas en Mexico


É, meus caros leitores deste blog, o que ocorre no México frequentemente são as aparições de esquadrilhas de OVNIs - Objetos Voadores Não-Identificados, as Flotillas. Elas sobrevoam juntas, em movimentos bem organizados, como em sintonia umas com as outras. Foram vistas até na Cidade do México e em Guadalajara.
O caso já foi filmado e passado em emissoras de TV locais. Por aqui, a Revista UFO produziu reportagens a respeito. Pode-se ver centenas delas, um fenômeno que encanta, mas ao mesmo tempo, traz perguntas do tipo "será que um contato entre nós e eles está muito próximo?".

domingo, 16 de outubro de 2005

A História das Copas - 1934



1934
Itália - 27/5 a 10/6
Países Participantes: 16
Países nas Eliminatórias: 32
Campeão: Itália
Vice: Tchecoslováquia
3º lugar: Alemanha
4º lugar: Áustria
Artilheiros: Conen (Alemanha), Schiavio (Itália) e Nejedly (Tchecoslováquia), 5 gols
Campanha do Brasil: Brasil 1 x 3 Espanha
Colocação do Brasil: 14º lugar
Final: Itália 2 x 1 Tchecoslováquia

Imagens: Revista Placar - logo da Copa de 1934
Folha de S. Paulo - jogador Giuseppe Meazza, da Itália, desmaia em jogo contra a Espanha.

A História das Copas - 1930


1930
Uruguai - 13/7 a 30/7
Países Participantes: 13
Não houve eliminatórias
Campeão: Uruguai
Vice: Argentina
3º lugar: EUA
4º lugar: Iugoslávia
Artilheiro: Stábile (Argentina), 8 gols
Campanha do Brasil: Brasil 1 x 2 Iugoslávia, Brasil 4 x 0 Bolívia
Colocação do Brasil: 6º lugar
Final: Uruguai 4 x 2 Argentina

Imagens: Revista Placar
Time do Brasil na Copa de 1930, logo da Copa 1930.

sábado, 15 de outubro de 2005

Amigos da Folha - o Reencontro



O Jornal do Brás compareceu dia 1º de outubro último a um sensacional almoço com antigos e atuais jornalistas do Grupo Folha. O diretor presidente do Jornal do Brás, Milton George Thame, foi rever velhos amigos da década de 70 dos jornais Folha de S.Paulo, Folha da Tarde, Notícias Populares, Última Hora, Cidade de Santos e A Gazeta Esportiva.
Entre eles, Mauricio de Sousa (aquele da Mônica, do Cebolinha, aí na foto, de camisa rosa, ao meu lado), Carlos Brickman (de camisa branca, também ao meu lado), Luís Nassif, Ebrahim Ramadan (que alçou o Notícias Populares), Ricardo Kotscho (hoje Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República), Aggio Jr. (da extinta Folha da Tarde) e outros.
A confraternização aconteceu na Churrascaria Laço de Ouro, da rua Tumiaru, Vila Mariana.
Fotos: Romildo A. da Silva.

terça-feira, 4 de outubro de 2005

Serviço Atende da SPTrans ganha novas instalações


No quesito transporte acessível, São Paulo agora se torna uma referência. É que o Serviço de Atendimento Especial – Atende, voltado para portadores de deficiência e localizado na sede da São Paulo Transporte – SPTrans (rua Santa Rita, 500, bairro do Pari), ganhou novas instalações, totalmente adaptadas a essas pessoas deficientes, no último dia 23 de setembro.
Utilizando 268 unidades (números da SPTrans), o serviço foi criado por meio do decreto nº 36.071 de 9 de maio de 1996. “O Atende é um transporte especial para aqueles portadores de alguma deficiência mais grave que os impede de usar os ônibus acessíveis da frota normal”, explica o presidente da SPTrans, Ulrich Hoffmann. Feito de forma gratuita e porta a porta, conta hoje com 5,5 mil pessoas cadastradas (deficientes e acompanhantes) e até o final do ano chegará a 6 mil, com a inclusão de 25 novos veículos na frota.
O Atende abrange pessoas que vão fazer reabilitação, tratamento e educação, além de facilitar o acesso destas ao trabalho, esportes, lazer e atividades da vida diária. Há cinco meses na Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Mara Cristina Gabrilli, presente ao evento, defendeu uma melhor qualidade no atendimento ao deficiente. “Um serviço dessa grandeza não tem em outros países. Há pessoas de Nova York que vieram aqui conhecer a logística do Atende”, completa ela. Mais informações pelo fone 0800-0155234, pela Central de Atendimento 156 da Prefeitura, nos postos de atendimento das Subprefeituras ou no site www.sptrans.com.br

Foto: Eduardo C M (Jornal do Brás)

sábado, 1 de outubro de 2005

Associação Comercial de SP discute o referendo sobre desarmamento



No próximo dia 23 de outubro (domingo), 121 milhões de eleitores brasileiros irão às urnas no Referendo sobre desarmamento. A população responderá sim ou não à pergunta: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. A ordem na urna eletrônica será assim: 1-NÃO e 2-SIM. Um debate sobre o tema aconteceu na sede da Associação Comercial de São Paulo (rua Boa Vista, 51 – 9º andar, região Central), dia 19 de setembro último.
Entre os debatedores, os deputados federais Jamil Murad – PC do B, e Luiz Antonio Fleury Filho – PTB. O mediador foi o presidente da ACSP, Guilherme Afif Domingos. Antes do debate, foi feita uma votação com o público presente, a maioria membros das Distritais. Através da pergunta “Você se considera responsável o suficiente para decidir se deve ou não possuir armas ?”, 87,5% responderam sim e 12,5% não.

ELE QUER O “SIM”
Baseando-se em estatísticas, Murad manifestou-se a favor do desarmamento. As suas argumentações são de que portar arma de fogo aumenta a chance de o indivíduo morrer. “Quando ele é assaltado, se tiver armado e sem o preparo necessário, a chance de morrer aumenta em 56%. E 85% das tentativas de homicídio acabam em morte. Com o desarmamento, vamos ter mais segurança”, opinou, acrescentando mais dados: “O Brasil hoje tem na violência a segunda causa de morte. Em 1999, levantamento da ONU mostrou o Brasil em 1º lugar em homicídio por arma de fogo, entre todos os países do mundo”.
De acordo com ele, a indústria de armas continuará existindo, os empregos se manterão, mas a produção será para aqueles que estão aptos e constitucionalmente autorizados a usá-las, como as Forças Armadas, as polícias Civil e Militar e o Judiciário. Ainda segundo ele, existem mais armas clandestinas circulando do que as legalizadas.
O Estatuto do Desarmamento, em vigor há cerca de um ano, diz que porte ilegal de armas é crime inafiançável, com pena de até seis anos de prisão. Murad complementa: “O estatuto aumentou a pena para o crime de tráfico de armas e prevê o mecanismo de identificação da origem da arma. Com isso, uma empresa pode perder o seu registro e pagar na Justiça pelo crime de ter repassado a arma de maneira clandestina no mercado negro”, explicou.

DIREITO À LEGÍTIMA DEFESA
Contrário ao desarmamento, Fleury disse que o referendo custará ao Governo Federal mais de R$ 500 milhões, não discutirá o estatuto e não altera em nada a lei aprovada em 2003, sobre o desarmamento. “Ao invés de fazer um plebiscito, para discutir a questão da maioridade penal, do aborto, da prisão perpétua, vamos discutir se pode vender arma ou munição, como se isso fosse diminuir a violência no nosso país. Isso é uma grande farsa, uma cortina de fumaça, porque não existe uma política nacional de segurança pública”, desabafou Fleury, acrescentando que é mais fácil desarmar o homem de bem do que o bandido. “Com a proibição, acaba o porte de armas no Brasil, de uma vez por todas. Quem tiver arma em casa, ou vai para a clandestinidade, e aí vai aumentar o comércio ilegal de armas e munições, ou se conforma em transformar sua arma em enfeite, pois não vai poder comprar munição”, asseverou.
Usando o termo “direito de opção”, ele é a favor do uso da arma para uma situação excepcional do cidadão quando sofre um assalto em sua casa, usando-a até o momento de a polícia chegar, para se defender. “Se acontecer a proibição, e alguém reagir dentro de casa a um assalto ou tentativa de estupro contra a sua família, corre o risco de ser preso, porque vão querer saber a origem da munição”, alertou. O estatuto, que Fleury classifica como inconstitucional, proíbe que cada cidadão tenha mais do que uma arma registrada para seu uso. Segundo ele, só 2% da população possui armas no Brasil.

ESTATÍSTICAS
Nos Estados Unidos, de acordo com estatísticas, há 300 milhões de armas e 6 mortes por 100 mil habitantes. A Suíça, que é o país mais armado no mundo (todos são obrigados a ter uma arma em casa naquele país), possui 1,5 mortes a cada 100 mil habitantes. Uma outra pesquisa apontada por ele mostra que os crimes evitáveis pelo estatuto são 4,2% e os não evitáveis, 95,8%. Os não-evitáveis são em sua maioria, aqueles causados por brigas entre bandidos.
Mais números: em estudo do prof. José Henrique Nogueira nos presídios, com aqueles condenados pelo uso de armas, 74% dos bandidos afirmaram evitar entrar em residências onde saibam haver alguém armado, 57% dos encarcerados declararam temer mais um cidadão armado do que um policial, 56% declararam não abordar vítimas que eles suspeitem portar alguma arma, 40% já desistiram de algum crime por desconfiar que a vítima estava armada e 34% disseram que seu maior medo é levar um tiro da vítima ou da polícia.
Fleury disse ainda que a Campanha do Desarmamento foi um fracasso. Das 17 milhões de armas ilegais, segundo ele, apenas 440 mil foram apreendidas, o que não dá nem 3%. “Quem estiver andando armado ilegalmente tem que ser punido” finalizou o deputado.

Imagem: site do TRE (Tribunal Regional Eleitoral)
Foto: Eduardo C M (Jornal do Brás) - da esq p/dir: Rogério Amato (vice-presidente da ACSP), Jamil Murad, Guilherme Afif Domingos, Luiz Antonio Fleury Filho, Ika Fleury e Mário Amato.

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