Eduardo Martellotta 




















Com previsão de entrega em fevereiro de 2021, o arranha-céu residencial mais alto da cidade terá 52 andares e cerca de 160 metros de altura. Localizado na rua Itapeti, 141, o “Gigante do Tatuapé” chama a atenção do povo que passa pelo bairro e se destaca em relação aos outros prédios, virando um novo ponto turístico.
O edifício mais alto de São Paulo continua sendo o Mirante do Vale – Ed. Zarzur, na av. Prestes Maia, com 170 metros de altura.

Audácia ou desafio
Em que pese, entretanto, a aprovação da Prefeitura dessa fantástica obra de imenso impacto social no Tatuapé, cuja grandeza se exalta em moderníssima tecnologia, há que se questionar o ineditismo quanto à permissividade da natureza.
Altivez e perspicácia da engenharia e arquitetura à parte, recorda-se aqui a audaciosa e faraônica obra “Maharishi São Paulo Tower” de 108 andares, vetada em 1999 pelo então prefeito Celso Pitta.
Entrementes, tal a solidez quiçá afigurada, o bairro terá o galardão de magnífica proeza que irá gerar expectativas de estudos de outras semelhantes maravilhas.

Arranha-céus no Brás
Não tão ousados, porém grandiosos e soberbamente convidativos, três novos condomínios estão sendo construídos ao lado da Estação CPTM Brás.












Matéria publicada na edição 375 (2ª quinzena de novembro de 2019) do Jornal do Brás. 



Eduardo Martellotta

Os ETs invadiram a Barra Funda, dia 26 de outubro último. Não propriamente visitantes de outros planetas, mas ufólogos que debateram no Simpósio Internacional “Exopolítica: O fenômeno OVNI rumo às Nações Unidas”, a Casuística da Ufologia, bem como lançaram o manifesto da Academia Latino-Americana de Ufologia Científica, sobre a existência dos OVNIs – Objetos Voadores Não-Identificados e o recente avistamento da Marinha Norte-Americana de vários deles, considerados por ela mesma como autênticos. Veja alguns flashes:









































O ufólogo Edison Boaventura Jr, presidente do Grupo Ufológico de Guarujá – GUG expôs palestra sobre “Maio de 1986: A Noite Oficial dos OVNIs”. Em 19 de maio daquele ano, 21 OVNIs invadiram o espaço aéreo do Brasil e foram perseguidos por caças da Força Aérea Brasileira. Arquivos do Coreg – Arquivo Nacional estão à disposição do público. Mas, segundo Edison, os militares não liberaram alguns áudios, inclusive alguns relatórios, que talvez comprometam alguma coisa. Existe corte em vídeos que mostram a conversação entre o piloto e a torre de controle. “Mas é um ganho para a Ufologia Mundial. É oportuno solicitar uma ampla discussão na ONU, sobre o tema (fenômeno OVNI) e paralelamente a isso, se criar um organismo multilateral de pesquisa para clarificar melhor essa fenomenologia”, disse ele.




Gener Silva palestrou sobre “Comissão Brasileira de Ufólogos: Estado da Arte”. Segundo ele, existem hoje 4.073 exoplanetas confirmados girando em torno de outros sóis que não o nosso, e 4.495 já foram descobertos, porém precisam ser confirmados. Isso dá um total de 8.500 exoplanetas descobertos e 3.028 são os sistemas estelares que orbitam essas 8.500 estrelas, dando uma média de 2 ou 3 três planetas que circundam cada sol. Esses dados foram confirmados cientificamente.
Ainda de acordo com Gener, pelo programa Artemis da NASA, a Lua será habitada, em 2024 por meio de colônias, durante a primeira fase do programa. Posteriormente, haverá colônias em Marte no ano 2035. Gener lembrou ainda que, mais recentemente, a Marinha Norte-Americana finalmente reconheceu o fenômeno OVNI, mudando a nomenclatura para Objeto Anômalo Não-Identificado – OANI.




O Dr Julio Acosta Navarro da Academia Latino-Americana de Ufologia Científica, com sede em São Paulo-SP, ministrou a palestra “Fenômeno OVNI rumo às Nações Unidas” onde apresentou vários depoimentos de personalidades políticas sobre o fenômeno, exibindo ainda a Casuística Internacional da Ufologia. Segundo ele, personalidades históricas como Buda, Sócrates e Moisés foram alguns dos contatados por seres intraterrestres de túneis subterrâneos, intramarinos, ultraterrestres e ultradimensionais. Ao final, ele apresentou o “Manifesto Inteligências Extraterrestes em Contato com a Humanidade” lançado pela Academia.

Matéria publicada na edição 374 (1ª quinzena de novembro de 2019) do Jornal do Brás.





Instituto Nacional de Meteorologia – INMET atua há 110 anos

Eduardo Martellotta

Muitas pessoas não sabem a importância da Meteorologia no seu dia-a-dia. A Meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos que ocorrem na atmosfera e as interações que ocorrem entre seu estado físico, químico e dinâmico, e a superfície terrestre, definindo o tempo, os climas e as mudanças climáticas. A previsão do tempo é realizada desde as antigas civilizações da Mesopotâmia, China, Índia, Egito e Grécia, com os mais diferentes interesses socioeconômicos.
O Meteorologista informa aos Agricultores, Viajantes na estrada, Aeroportos, à Aeronáutica, Navegação, Defesa Civil, Imprensa e ao público em geral, as condições de nebulosidade, visibilidade, condições do vento etc. É por meio dele que sabemos se iremos sair amanhã de guarda-chuva ou não, ou qual a roupa mais adequada ao tempo do dia. E o mais importante, a Segurança frente a fenômenos meteorológicos – ouvimos, no rádio ou na TV, alertas de tempestades com ventos fortes ou de chuvas muito intensas e o pior, tsunamis e terremotos que colocam países inteiros em estado de alerta.
Importante órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET foi fundado pelo Decreto 7.672 de 18 de novembro de 1909 no mandato do então presidente Nilo Peçanha, com o nome Diretoria de Meteorologia e Astronomia. Em São Paulo, na av. Indianópolis, 189, funciona desde 1997 o 7º Distrito de Meteorologia do INMET, que faz a coleta, armazenamento em banco de dados e previsão do tempo dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ali, uma competente equipe de meteorologistas, nos 365 dias do ano, monitora, analisa e coleta dados do Tempo, trazendo notas e boletins meteorológicos.
Gaúcho de São Leopoldo, o meteorologista Marcelo Schneider é coordenador do 7º Distrito do INMET. Ele disse, em entrevista exclusiva ao Jornal do Brás, que o local, além dos outros 9 DISMEs e da sede do INMET, em Brasília-DF, se utilizam de aparelhos como termômetro (medição da temperatura), barômetro (instrumento que mede a pressão atmosférica), hidrômetro (que mede a umidade do ar), pluviômetro (que mede a chuva), anemômetro (mede a velocidade do vento) e cata-vento (mede a direção do vento). Para isso, o INMET conta com cerca de 750 Estações Convencionais e Automáticas, distribuídas em todo o Brasil.

Análises e cálculos
Marcelo disse ainda que os meteorologistas do INMET elaboram a previsão do tempo estudando vários aspectos da atmosfera: massas de ar, frentes frias ou quentes, umidade relativa, temperatura do lugar, pressão atmosférica, modelos físico-matemáticos de última geração e alta resolução, processados em super computadores, que “simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam a previsão do tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais”. Além disso, imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo. É a Previsão Objetiva, disse Marcelo, surgida após a Segunda Guerra Mundial com o advento dos computadores. Em Brasília, está a maior Rede de Estações Automáticas da América do Sul. O diretor do INMET é Carlos Edison Carvalho Gomes.
A cidade de São Paulo concentra duas Estações Meteorológicas ligadas ao INMET: uma no Mirante de Santana, surgida em 1943, que é Convencional (fornecendo dados três vezes ao dia) e Automática (de hora em hora), além de outra, mais recente, localizada em Interlagos, somente Automática. O INMET, cuja denominação surgiu em 1992, pertence ao Sistema Mundial de Telecomunicações de Meteorologia, uma rede integrada onde os dados são transmitidos de forma automática para Brasília, em questão de minutos, e retransmitidos em seguida para vários países do planeta. O órgão também está filiado à OMM – Organização Meteorológica Mundial.
Para mais informações, acesse o site do INMET - http://www.inmet.gov.br. Fone para contato: 5051-5700 (7º Distrito em São Paulo).

Curiosidades
Desde que entrou em funcionamento, há 76 anos, a Estação do Mirante de Santana registrou na Capital, a menor temperatura, -2,1º C, em agosto de 1955, e a maior, 37,8º C, em outubro de 2014. A menor temperatura este ano foi 6,5º C em julho, e a maior, 35,9º C, registrada nos meses de fevereiro e setembro (o setembro mais quente em 76 anos).

Data, 14 de Outubro
O Dia do Meteorologista é comemorado anualmente em 14 de outubro, em homenagem à data da regulamentação da profissão no País: 14 de outubro de 1980, por meio do decreto de lei nº 6.835.





Marcelo Schneider, coordenador do INMET – 7º Distrito em São Paulo













Aparelhos utilizados na Medição do Tempo e Temperatura no INMET













Jeferson França da Silva faz coleta de dados meteorológicos de São Paulo e Mato Grosso do Sul no INMET. “A estações ligam para mim e eu vou marcando as máximas, mínimas, chuvas, umidade etc”. Outra seção digita esses dados em cadernetas







O saudoso Felisberto Duarte (Feliz), folclórico apresentador do Tempo no SBT, de forma bem-humorada. "E piriri, pororó"








Matéria publicada na edição 372 (1ª quinzena de outubro de 2019) do Jornal do Brás. 




O Mestre do Jornalismo Esportivo, jornalista, radialista e publicitário, Milton Neves Filho, mineiro de Muzambinho, completou 68 anos no dia 6 de agosto último. Proprietário da Agência Terceiro Tempo, comanda aos domingos o Domingo Esportivo na Rádio Bandeirantes das 9h30 às 16h, e após as partidas, o Terceiro Tempo na TV Band. No Portal Terceiro Tempo, Milton traz à memória ex-jogadores e escreve uma coluna no jornal Agora São Paulo, de mesmo nome. Apresenta o programa “Gol, o Grande Momento do Futebol” na TV Band Sports.
Milton, também escrivão de polícia aposentado, tem 47 anos e seis meses de carreira, entrou no rádio aos 15 anos de idade, na Rádio Continental em seu torrão natal.
Em entrevista exclusiva ao Jornal do Brás e ao Portal E5, em sua agência de publicidade, na av. Paulista, Milton Neves lembrou o início de sua carreira, as coberturas jornalísticas marcantes e opinou sobre o atual momento do veículo rádio, frente às novas tecnologias.

Eduardo Martellotta – Como foi o início de sua carreira?
Milton Neves – Em Muzambinho havia um serviço de alto-falantes. Um dia, com 15 anos, eu saía do cinema, havia o footing na cidade, quando de repente, o Benedito Dino, com um microfone na mão, e como se fosse a mão de Deus, me pediu para falar alguma coisa e testar o aparelho. Lá tinha um cartaz sobre reforma da Igreja São José e quermesse. Peguei e o li, de qualquer jeito, com medo daquilo, como se fosse uma cobra aquele microfone. No fim do passeio, uma moça chamada Lindamir, filha do “Gerardinho” da Farmácia, disse que eu falava bonito. Eu fiquei todo empolgado e voltei lá. Aí escrevi um improviso, com mais calma, e falei. Depois de um mês, o Dino e mais três empresários montaram a Rádio Continental e me colocaram para fazer programa de Esportes.



E M – E sua chegada a São Paulo na Rádio Jovem Pan?
M N – Morei um ano em Curitiba, passei frio e fome lá, trabalhando na Rádio Colombo, e ganhando pouco dinheiro. Aqui em São Paulo, em 1972, entrei na Faculdade Objetivo (Supero-SP) e faltava dinheiro para pagar pensão, a mensalidade do Curso de Jornalismo e comida, aí então, fui fazer teste na Rádio Jovem Pan, onde passei e lá fiquei um ano fazendo Trânsito. Depois o Osmar Santos me colocou no Plantão Esportivo no lugar do Fausto Silva. Hoje o plantão está meio apagado porque a internet já informa tudo.

E M – O sr. ficou na Pan até qual ano?
M N – Fiquei na Jovem Pan durante 33 anos, de 1972 a 2005. Estou na Rádio Bandeirantes, que era a paixão da minha vida lá em Muzambinho, onde eu só ouvia a Tupi, a Bandeirantes e a Gazeta. Não se ouve mais a Bandeirantes com a qualidade de som que tinha, pois hoje cada cidade do interior tem quatro ou cinco rádios AM ou FM, e o som da Bandeirantes fica quebrado no caminho.


E M – O sr. acha que a tendência é acabar as transmissões no AM?
M N – O AM está acabando. Eu consegui uma licitação para ter a Rádio Terceiro Tempo FM no Guarujá. Assim que o ministro astronauta Marcos Pontes assinar, vou ter um ano para montar a rádio lá.

E M – Qual o melhor time de todos os tempos?
M N – Gilmar, Lima, Mauro e Dalmo e Calvet; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Esses 11 caras forjaram o meu destino.

E M – E qual a melhor cobertura jornalística de sua carreira?
M N – Morte do Ayrton Senna em 1º de maio de 1994. Foi um trabalho épico pela Rádio Jovem Pan. Eu comandei a equipe, no 24º andar. O dono da Schincariol, José Nelson Schincariol, que já morreu, apaixonado por Automobilismo, tinha até um kartódromo na fábrica, e ficou impressionado com o meu trabalho jornalístico. Dias depois, fui contratado para divulgar a cerveja pela primeira vez em rede nacional, no rádio e na televisão. Isso mudou a minha vida em termos profissionais e financeiros. Outra cobertura maravilhosa foi no incêndio do Grande Avenida, na av. Paulista em 1981. Era um sábado, dia de Brasil x Colômbia em Bogotá, e eu estava em frente ao Conjunto Nacional dirigindo, quando o farol ficou amarelo. Eu não sei por que brequei, era um farol que dava para passar. Aí no entanto ao parar, olhei para o lado esquerdo, e estava pegando fogo o edifício. Eu subi no 25º andar do prédio da Pan, o operador Paulo Freire fez a instalação num fio improvisado, e fiquei narrando sozinho o incêndio, durante uma hora pela Pan.

E M – Deixe uma mensagem para os leitores do Jornal do Brás e empresários do Brás, Pari, Belém e Mooca.
M N – Gosto muito dessa região. Quando eu comecei na publicidade, uma das primeiras empresas a apostar em mim foi a Tapetes e Carpetes Bandeirante, que tinha o slogan: “Fez o primeiro, faz o melhor”. A publicidade foi muito importante para mim. Eu sempre falo nas minhas palestras: saibam tudo de computador e falem inglês. Hoje tem que haver uma interação do jornalista com publicidade. Por que está havendo demissão para todo lado? Porque falta publicidade. A comunicação publicitária é tão importante como a jornalística. Já dizia Victor Civita: “Você não tem a melhor redação, as melhores cabeças, se você não tem a publicidade que move a locomotiva”.






A obra “Milton Neves – Biografia do jornalista esportivo mais polêmico do Brasil”, da Ed. Lazuli, escrita por André Rosemberg e idealização de Claudio Tognolli, está em todas as livrarias











Matéria publicada na edição 369 (2ª quinzena de agosto de 2019) do Jornal do Brás.





















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