Campanha de conscientização do Banco de Sangue de São Paulo reforça a importância do gesto solidário que salva vidas. Ao longo do mês doadores serão homenageados com um coração antiestresse 

A campanha Junho Vermelho, uma alusão à cor do sangue, realizada nacionalmente, foi criada com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância do gesto solidário de doar sangue, especialmente neste mês em que é celebrado, em 14 de junho, o Dia Mundial do Doador de Sangue.

No Banco de Sangue de São Paulo, ao longo do mês, haverá ações de conscientização alusivas à campanha, veiculadas em seus canais de mídias sociais - Facebook e Instagram -, com o tema: "O Caminho para a Solidariedade", cujo conceito é a trilha que o doador deve percorrer para praticar esse gesto solidário que pode salvar até 4 vidas. O mote complementar na peça ressalta: "É mais simples do que você pensa, o seu caminho pode ajudar outros 4. Doe sangue!".

De acordo com Bibiana Alves, líder de captação do Banco de Sangue de São Paulo, são fundamentais as campanhas de sensibilização para a necessidade das doações de sangue, principalmente neste momento em que o país enfrenta as consequências da grave crise sanitária.

"Com o Junho Vermelho, realizado em âmbito nacional, esperamos que mais pessoas possam despertar para a importância das doações de sangue. Milhares de pacientes que estão em tratamentos clínicos, especialmente os oncológicos e transplantes, além dos pacientes com Covid-19 necessitam desse gesto solidário, e fazem com que as doações sejam ainda mais urgentes", diz Bibiana.

Para que os estoques se mantenham em um nível confortável, são necessárias 160 doações diárias, porém, desde o início do ano, a unidade vem enfrentando um déficit de 40% em seus estoques sanguíneos.

O Banco de Sangue de São Paulo segue rigorosamente todos os protocolos contra a Covid-19 e recentemente conquistou o selo Covid Free de Excelência, que é concedido às instituições que mantêm boas práticas preventivas para o enfrentamento ao coronavírus.

A unidade atende de segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábados, domingos e feriados, das 8h às 16h. Está localizada na Rua Tomás Carvalhal, 711, Paraíso. Fone: (11) 3373-2000. Fonte: àsClaras Comunicação

 

Pró-Sangue também chama doadores

A Fundação Pró-Sangue, instituição pública ligada à Secretaria de Estado da Saúde, coleta e processa cerca de 10.000 bolsas de sangue por mês, destinadas para o atendimento de mais de 100 instituições públicas de saúde da rede estadual. Nesse momento, a Fundação opera com apenas 50% dos estoques e os tipos O+ e O- estão em emergência. http://www.prosangue.sp.gov.br/ fone (11) 4573-7800.

Quem pode doar 

Para a doação, é necessário ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos. Para menores de 18 anos, é necessário o consentimento dos responsáveis. A pessoa também precisa pesar mais de 50kg e levar um documento de identidade original, com foto recente.


                           Estação Tamanduateí do Metrô também ficou iluminada de vermelho

                        Foto: Assessoria de Imprensa - Secretaria dos Transportes Metropolitanos

 



Tania Pina foi eleita nova presidente do Conseg Brás/Pari/Canindé e Ponte Pequena, para o biênio 2021-2023.

A nova diretoria foi anunciada por live dia 27 de maio último pelo presidente Mauro Bocskei (gestão 2019-2021) e ficou assim constituída: Tania Pina – presidente, Rosilene Lima – vice-presidente, Marcelo Trindade – 1º secretário, Neide Duque – 2ª secretária e Mauro Bocskei – diretor social de Comunicação.

Subprefeito Mooca presente

Presente na reunião online, o subprefeito José Rubens Domingues Filho ressaltou o maior investimento da Prefeitura em zeladoria nos últimos anos e destacou as operações feitas em conjunto com a Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana, contra o comércio irregular, barulho e aglomerações.

Alexandre de Moraes da Subprefeitura Mooca informou fiscalizações em depósitos de lixo descartável na região e sobre poda de árvores na rua Paulo Andriguetti. Também foram discutidos na reunião, formação de moradias embaixo do viaduto 25 de Março e escuridão na área abrangida pela rua Rio Bonito com a Itaqui (quadra inteira até o conhecido Bar do Jô).

Paulo Barros, da Inspetoria Bom Retiro da Guarda Civil Metropolitana, informou que a inspetoria, numa ação integrada com a PM, atua de forma preventiva, mobilizando 70 guardas durante o dia e 70 à noite no fechamento de vias na região da Feira da Madrugada, por meio da operação Pancadão-Covid e em rondas nas unidades de Saúde. Ele disse que as denúncias podem ser feitas ligando no 153 ou pelo aplicativo SP + Segura.

A próxima reunião/live será no dia 24 de junho, quando ocorrerá a posse desta nova diretoria.



Os empossados na nova diretoria do Conseg seguram o Termo de Posse

 

Foi na noite de 26 de maio último em cerimônia reservada apenas à diretoria e autoridades, no SENAI Theobaldo de Nigris, com todos os protocolos sanitários seguidos. O público pode assistir pela live a posse da nova diretoria do Conseg Brás/Mooca e Belenzinho eleita para o biênio 2021-2023.

A cerimônia teve a presença do vereador Delegado Palumbo. O subprefeito da Mooca, José Rubens Domingues Filho, acompanhou pela live a posse.

Foram empossados Wanda Herrero – presidente reeleita, Bruno Norões de Magalhães – vice-presidente, Suely Ramos Bezerra – 1ª secretária, Fábio Mauro Motta – 2º secretário, a diretora do Jornal do Brás, Flávia Fabiola Nogueira Simioni – diretora Social e de Assuntos Comunitários do Conseg e Aelison Alcantara de Queiroz – diretor de Planejamento. Todos receberam o Termo de Posse.

“Pude montar uma ótima diretoria”, comemorou Wanda Herrero. As prioridades do Conseg serão a zeladoria na região, moradores de rua e ocupações irregulares.

 

Vereador quer valorização da GCM

O vereador Delegado Palumbo lembrou na reunião que a Guarda Civil Metropolitana está com armamento obsoleto e os guardas têm péssimo salário. “Sem condições de trabalho, o policial fica desmotivado. Temos que valorizar a GCM. Há o problema legislativo também, pois os bandidos são soltos e voltam a cometer os mesmos tipos de delitos”, asseverou ele. O vereador completou informando que está destinando emendas parlamentares para a GCM, e que os maiores problemas criminais na região são o furto e roubo de celulares e de correntinhas. 

 

Operações

Por sua vez, o subprefeito da Mooca, José Rubens, destacou as operações no Brás feitas em conjunto com a Polícia Militar e a GCM, contra o comércio irregular e operações noturnas do Covid, com lacrações à noite em bares, restaurantes e bingos clandestinos.

Também presente na reunião, o Dr Hamilton Rocha Benfica, delegado titular do 8º DP, informou que está sendo feito combate ao furto e roubo no crime chamado “quebra-vidro”, por meio da apreensão de computadores e notebooks. Ele disse que nesse crime, há adulteração do IMEI dos celulares pelos meliantes.

O capitão Newton de Campos Pereira, comandante da 4ª Cia do 11º BPM/M, informou que as viaturas são solicitadas a atender ocorrências de perturbação do sossego em bares e locais de aglomeração. Aliás, esse tema, perturbação do sossego, foi abordado na palestra do diretor do Conseg, Fábio Motta, durante a reunião.

Próxima reunião online do Conseg Brás/Mooca dia 30 de junho, a partir das 19h.











A Associação Beneficente São Vito Mártir realiza a 103ª Festa de São Vito nos mesmos formatos de 2020 e seguindo todos os protocolos de segurança da saúde, todos os domingos de junho, até dia 4 de julho, na rua Polignano A Mare, 255, Brás.

No cardápio, macarrão, ficazzella, guimirella, ficazza, antepasto, doces típicos e chocolates Barese. Toda semana tem um prato especial por domingo.       

Como atrações musicais, a festa terá a Banda Ece-Som Itália e Marco Casella.      

Campanha de Inverno 2021

A entidade está arrecadando para sua Campanha de Inverno: cobertores, agasalhos, roupas em geral, alimentos não perecíveis, produtos de higiene para os necessitados.

Serviço:

103ª FESTA DE SÃO VITO

Todos os domingos de junho (dias 13, 20 e 27), até 4 de julho

HORÁRIO: DAS 12h00 às 16h00

LOCAL: RUA POLIGNANO A MARE, 255, BRÁS

Redes Sociais: Instagram/ Facebook: @festadesaovito/ @associacao_saovito

Fotos: Associação São Vito Mártir


 

Eduardo Martellotta

 

Um dos bairros mais tradicionais e antigos de São Paulo, o Brás completou no último dia 8 de junho, 203 anos de muita história.

Nas Atas da Câmara Municipal já constavam, em 1769, primeiras referências do chacareiro português José Brás, que deu origem ao nome da localidade. Ele havia erigido naquela época uma capela dedicada ao Bom Jesus de Matosinhos, na Rua do Brás, atual Avenida Rangel Pestana. 

Mais tarde a capelinha foi substituída por uma Igreja, em 1803, elevada à categoria de paróquia aos 8 de junho de 1818, por decreto de El Rei Dom João VI. A capela era ponto de paragem obrigatória para a Penha de França. Muitas romarias passavam desde a Sé, utilizando o Caminho do José Brás, até a Penha. Bom Jesus de Matosinhos tinha muitos devotos, que iam ao local em busca de cura para as moléstias da época. 

O bairro, que em seu início era uma imensa copa verdejante, com várias chácaras, entre elas, a Chácara do Ferrão, que pertencera à Marquesa de Santos, e a Chácara do engenheiro Carlos Bresser, foi dando lugar a fábricas, com a chegada de imigrantes europeus, a partir de 1890, na Hospedaria dos Imigrantes, situada no próprio Brás. Eram italianos, espanhóis, portugueses, alemães, sírio-libaneses, japoneses, entre outros, com o desejo de uma vida melhor no Brasil. Muitos foram enviados às fazendas do interior de São Paulo para trabalho nas lavouras de café, outros ficaram na Capital, onde eram operários de poderosas fábricas, entre elas as Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, fazendo parte o Moinho Matarazzo e a Tecelagem Mariângela. Grande parte do poderio industrial, tanto dos proprietários como dos operários, vem da força italiana. Em 1917, o Dr Jorge Street inaugurou sua fábrica, a Companhia Nacional de Tecidos da Juta, e uma vila para moradia de seus 2.500 operários, batizando-a de Vila Maria Zélia, primeira vila operária do Brasil.


 

Pioneirismo de sírio-libaneses no bairro 

Sírio-libaneses abriram, no começo da década de 1930 na Rua Oriente, lojas de confecção no atacado, e Nordestinos começaram a vir na década de 1940, desembarcando na Estação do Norte, atual Estação Brás. O Metrô, introduzido no bairro na segunda metade da década de 1970, provocou várias desapropriações de imóveis, mas trouxe progresso ao bairro, incrementando o Turismo de Compras. Coreanos chegam na década de 1980 e os bolivianos, a partir da década de 1990. 

Falar do Brás, bairro onde trabalhei durante 17 anos como Editor Geral e Repórter do Jornal do Brás (meu saudoso diretor Milton George Thame costumava dizer que “quem bebe a água do Brás, jamais sairá dele”), é contar os Pioneirismos do bairro. Sim, o Brás é pioneiro em pizzarias e cantinas, em times de futebol - aliás, foi no Brás que surgiu o futebol brasileiro, pelas mãos e pelos pés do brasense Charles Miller, em 14 de abril de 1895 na Várzea do Carmo, em jornal de bairro - jornal O Braz do Coronel Albino Soares Bairão, cujo número 1 foi lançado em 1º de setembro de 1895, e em cinemas, que eram muitos - Braz-Polytheama, Oberdan, Roxy, Universo, Savoy, Piratininga e outros. Além, é claro, do famoso Teatro Colombo, tristemente destruído por um incêndio em 1966.

O Brás é pioneiro também em escolas - a Escola Romão Puiggari data de 1898, e a Escola Profissional Feminina (atual ETEC Carlos de Campos) foi inaugurada em 1911, oferecendo até hoje o Curso de Modelagem de Vestuário.


 

Rapaziada do Brás

Bairro cantado e decantado em verso e prosa por muitos artistas, o Brás agradece muito ao regente, compositor, instrumentista, professor e radialista Maestro Alberto Marino, nascido em 23 de março de 1902 no bairro. Ele é o autor da música Rapaziada do Brás, valsa composta aos quinze anos de idade por ele em 1917, mas somente gravada em 1927 em solo de violino pelo sexteto “Bertorino Alma”, anagrama de seu nome.

Em 1960, seu filho Alberto Marino Júnior compôs a letra para Rapaziada do Brás, gravada no mesmo ano por Carlos Galhardo. Alberto Marino faleceu em 11 de fevereiro de 1967.

O Brás também rende tributo a Adoniran Barbosa, que em 1953 compôs o Samba do Arnesto. O saudoso Ernesto Paulelli, falecido em 2014, foi a inspiração de João Rubinato (Adoniran Barbosa) para o samba que o Brasil conhece até hoje: 

 

O Arnesto nos convidô prum samba, ele mora no Brás

Nóis fumos e não encontremos ninguém

Nóis vortemos cuma baita duma réiva

Da outra veiz nóis num vai mais

Nóis não semos tatu!


 

Personalidades brasenses

Outros cantores e escritores brasenses ou que se notabilizaram no Brás foram o saudoso seresteiro Paraguassú, Alcântara Machado (Brás, Bexiga e Barra Funda), Isaurinha Garcia, Nelson Gonçalves, poeta Midelandi, Zizi Possi, Germano Mathias, Lourenço Diaféria e muitos outros. E não podemos nos esquecer também do Dr. Dráuzio Varella, que contou sua infância no bairro em seu livro Nas Ruas do Brás. E da Loja Pirani na Av. Celso Garcia, A Gigante do Brás, dos extintos Clube Silva Teles, o “Vovô da Várzea” e Clube Independência, com seu lindo tapete vermelho, que ficava acima da Pirani e depois na Rua Dr. Carlos Botelho. Das Mammas da São Vito e de Nossa Senhora de Casaluce. Das Cantinas Balila, Castelões e Gigio. Do “Gaetaninho” e do “Beppino”, personagens de Alcântara Machado. E, por fim, da Escola de Samba Colorado do Brás que tinha Geraldo Filme e Zé Preto. Oh, Brás bucólico, boêmio, romântico e brejeiro!

São tantos nomes e lugares que não caberiam nesta matéria! Hoje aos 203 Anos, o Brás é o maior Polo de Moda da América Latina, e acolhe imigrantes vindos da Bolívia, Peru, Paraguai, Haiti, Senegal, Nigéria, etc. que trabalham com afinco nas confecções e no comércio de rua. Está cheio de templos religiosos e igrejas, denominado também “Bairro da Fé”. Aos brasenses, meus Parabéns, e ao Brás, com 203 anos de história, Progresso e Vida Longa!




Fotos atuais do Brás : jornalista Eduardo Martellotta




 



Escrito pelo jornalista Eduardo Cedeño Martellotta, editor do Portal E5, que trabalhou durante 17 anos na Editoria Geral do Jornal do Brás (2004 a 2021), o livro "Brás e seus Logradouros - origem e história", traz a origem e história de 59 logradouros dos bairros do Brás, Pari, Mooca, Belenzinho e Centro.
O prefácio é do saudoso diretor-presidente do Jornal do Brás, Milton George Thame, falecido em maio de 2020.
Editada pela Editora Matarazzo da escritora e jornalista Thais Matarazzo, a obra é um autêntico documento histórico, cultural e sócio-econômico da região. Pode ser adquirida entrando em contato com o próprio Eduardo Martellotta pelo fone 11 95241-8939 (WhatsApp) ou e-mail eduardo.cedm@gmail.com. 172 páginas. Valor: R$ 32,00.


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Jornalista pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte pela FMU. Editor Geral, Redator e Repórter do Jornal do Brás (2004 a 2021). Co-autor e Prefaciador de livros e antologias da Editora Matarazzo. Autor do livro "Brás e seus Logradouros - origem e história". Trabalhou nas Rádios DaCidade AM e Terra AM. Criador e Editor do Portal E5 (2010 a 2021).
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